Quem tem razão? Sobe no ringue.
Cada um conta a sua versão no seu canto, sem ver a do outro. Uma juíza de IA assiste aos dois lados e dá a decisão por pontos em segundos. Imparcial, implacável e um pouco debochada.
Três rounds. Nenhuma discussão a mais.
Você chama pro ringue
Conta sua versão da briga e escolhe quem vai julgar. Leva dois minutos.
O outro lado sobe no ringue
Você manda o link pelo WhatsApp. A pessoa conta o lado dela sem ver o seu.
A juíza dá a decisão
Quem tem razão (em pontos), a fundamentação, a pena simbólica e um card pronto pra mandar no grupo.
Escolha quem vai julgar.
Dra. Leonor Martelo
Seca, irônica e sem paciência pra desculpinha.
Dr. Sereno
Conciliador, carinhoso e mestre do meio-termo.
Tia Cleide
A tia do grupo da família, agora de toga.
Toda briga merece um ringue.
Últimas lutas.
Pare de discutir. Sobe no ringue.
A juíza não tem amigo preferido, não esquece o que foi dito e não fica do lado de ninguém por educação.
Chamar pro ringue agoraAntes de subir no ringue
A outra pessoa vê o que eu escrevi?
Só depois da decisão. Cada um escreve no seu canto, sem ver a versão do outro — assim ninguém ajusta a história.
Preciso criar conta?
Não. Você recebe um link privado da sua luta. Guarde-o: é por ele que você acompanha a decisão.
Isso vale alguma coisa na justiça de verdade?
Não. O Ringue é entretenimento. A juíza é uma IA que avalia a convivência, não a lei. Para assuntos sérios, procure um profissional.
E se a briga for séria de verdade?
Se o relato envolver violência, ameaça ou abuso, a juíza não julga: ela indica onde buscar ajuda de verdade.
O card da decisão vai pra internet?
Só se os dois autorizarem. Aí ele pode ser compartilhado e entra no placar público do site — mostrando apenas os primeiros nomes, o título e a decisão, nunca as versões completas.